Como se sabe, Ghosn está preso desde o dia 19 de novembro em Tóquio, no Japão, sob a acusação de ter informado por vários anos rendimentos menores do que deveria em declarações da Nissan, uma das parceiras da Renault.
Ainda de acordo com a companhia, Carlos Ghosn mantém suas posições na Renault do Brasil e na Aliance Rostec Auto. A notícia da permanência do brasileiro na empresa surge dias depois de a Renault ter encontrado também evidências de que o executivo teria usado fundos da empresa indevidamente para custear despesas de seu segundo casamento, em 2016, em um palácio na região de Versailles.