
“Uma operação como essa seria impensável há um ano”, afirmou Ghosn, ressaltando que hoje os fabricantes de automóveis devem atuar ao mesmo tempo em diversos países e com vários tipos de veículos, incluindo elétricos e híbridos. “Não vejo como uma montadora que não produza mais do que 2 milhões ou 3 milhões de carros possa fazer frente a isso”, afirmou.
Ele acrescentou que “o fim da crise se aproxima, provavelmente perto do fim de 2010”.
Fonte: Sílvio Guedes Crespo, Agência Estado.