
A executiva Sophie Chantegay, porta-voz da companhia, disse que 5,7 mil postos de trabalho serão cortados através da não renovação de contratos durante o período de maior dificuldade. Os 1,8 mil restantes serão desligados através de rescisões amigáveis.
O presidente executivo da Renault, o brasileiro Carlos Ghosn, declarou durante o Salão de Detroit, nos Estados Unidos, que o mercado de automóveis deverá cair 3% este ano, e, apesar disso, a Renault não vai fechar qualquer fábrica na França.
A Renault emprega cerca de 128 mil pessoas em todo mundo, segundo número publicado pela fabricante em seu site em dezembro último.