
Diante da repercussão do resultado negativo no Brasil, onde o carro será fabricado ainda em 2016, a Renault emitiu comunicado para assegurar que a versão nacional cumprirá a legislação nacional de segurança. “A estratégia da Renault prevê a utilização de plataforma mundial em seus modelos, mas com desenvolvimentos específicos para cada mercado”, destaca a montadora.
Além de contar com os airbags laterais e com os itens de segurança compulsórios no País, o carro vendido localmente será 20% mais pesado, com monobloco desenvolvido especialmente para as necessidades brasileiras. O modelo contará ainda com Isofix para a instalação de cadeirinhas de retenção infantil.
Com isso a Renault promete um Kwid melhor para o o mercado local, mas segue a lógica tão criticada pelo Global NCAP de que a segurança dos ocupantes de seus veículos só é importante por imposição da legislação. Na Índia, onde itens como airbag e ABS não são obrigatórios, a empresa continuará vendendo a versão do carro nota zero em proteção aos ocupantes.