
Após a divulgação dos resultados do Grupo Renault, com queda de 4,3% no lucro líquido durante o primeiro semestre, o CEO Thierry Bolloré admitiu em entrevista à Blooberg que gostaria de retomar negociações com a FCA Fiat Chrysler para a fusão dos dois grupos.
No fim de maio, a FCA apresentou uma proposta para fusão global das companhias, mas acabou retirando a oferta em virtude de o governo francês (dono de 15% da Renault) hesitar na aprovação do negócio. A oferta não incluía Nissan e Mitsubishi, que formam atualmente uma aliança com a Renault.
No início de junho a França admitiu a possibilidade de reiniciar as tratativas com o grupo ítalo-americano e Jean Dominique Senard, atual presidente da Renault, também seria favorável à ideia de fusão.