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Balanço

Renault teverecorde de vendas globais em 2016

Mesmo com o mercado enfraquecido no Brasil, o Grupo Renault, que controla, a marca francesa, a Dacia e a Renault Samsung Motors, encerrou 2016 com recorde global de vendas. Foram negociados 3,18 milhões de veículos, com aumento de 13,3% na comparação com o resultado de 2015. A expansão é superior à do mercado em geral, que avançou 4,6% no período. Foi o quarto ano consecutivo de alta da montadora.
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Redação AB

18 jan 2017

2 minutos de leitura

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Com a evolução, o Grupo Renault aponta ter conquistado 0,3 ponto porcentual de market share e respondido por 3,5% das vendas globais de veículos. A Europa segue como o maior mercado da companhia, que entregou 1,80 milhão de unidades na região em 2016, com alta de 11,8%. Em seguida está o bloco composto por Ásia, Oriente Médio e Índia, onde a empresa vendeu 491,1 mil carros e cresceu 36,4%.

Na região Eurásia os negócios tiveram evolução mais discreta, de 2,3%, para 364,4 mil veículos. Enquanto isso, na Ásia-Pacífico o resultado avançou 34,5%, para 167,3 mil unidades. A companhia não registrou queda em nenhuma região, mas o avanço mais fraco aconteceu nas Américas, de 0,1%. Com isso, os volumes ficaram praticamente estáveis na comparação com 2015, com 354,3 mil carros.

Entre os principais mercados do Grupo Renault está a França em primeiro lugar, com demanda de 651,7 mil carros em 2016, seguida da Alemanha e da Itália. O Brasil, que no passado chegou a ser o segundo país mais importante para as vendas da companhia, caiu para a sexta posição, com 149,9 mil veículos.

Do total vendido globalmente, a maior parte é da marca Renault, com 2,48 milhões de unidades e expansão de 14,2% sobre o resultado do ano anterior. Os emplacamentos da Dacia chegaram a 584,2 mil veículos, com aumento de 6%. Já a marca Renault Samsung Motors teve 111 mil carros novos licenciados, um volume pequeno, mas que representa expansão de 38,8%.

BRASIL DEVE PERMANECER ESTÁVEL EM 2017

O Grupo Renault trabalha com a expectativa de que a demanda global por veículos tenha nova expansão em 2017 de 1,5% a 2%. O mercado europeu deve acompanhar esta evolução, mas o Brasil tende a permanecer estável, segundo a companhia. A organização projeta altas mais expressivas na China e na Índia, de 5% e 8%, respectivamente.