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Responsabilidade Social na prática?

O desenvolvimento da indústria mundial de meados da década de 50 (pós-guerra) até o final dos anos 90 se baseou na corrida armamentista gerada pela Guerra Fria. Com a consolidação dos EUA e URSS como potências militares o avanço na tecnologia da comunicação foi o padrão do desenvolvimento de toda a economia mundial – computadores, satélites, jogos eletrônicos, eletroeletrônicos em geral.
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Redação AB

20 jan 2011

2 minutos de leitura

A queda do muro de Berlim – fim da Guerra Fria –, a globalização, os mercados emergentes e os novos cenários da virada de século trouxeram um hiato para a indústria mundial, que começou a encontrar nas práticas ambientais e na responsabilidade social o pilar do desenvolvimento no século XXI.

Assim, as grandes corporações são uma peça chave no desenvolvimento de novas políticas e tecnologias que serão a tendência dos próximos anos. Temos alguns bons exemplos com empresas de diversos setores: Energético, Financeiro, Cosméticos, Papel e Celulose e Eletrônicos.

CPFL: Maior grupo privado de energia do país investiu mais de 100 milhões de reais para construir uma usina de bagaço da cana e pretende criar mais quatro até 2012. Investe também em projetos de energia eólica, mais limpa, renovável mas que ainda apresenta um alto custo.

HSBC: O Banco criou uma política de incentivar seus funcionários a virarem líderes ambientais. Os interessados podem fazer cursos pela empresa e ajudar a disseminar práticas benéficas ao meio-ambiente. O objetivo é preparar os colaboradores para auxiliarem em projetos sustentáveis na carteira de clientes do banco e disseminar o conhecimento adquirido.

NATURA: A empresa desenvolveu projetos com comunidades que fornecem matéria-prima para sua linha de produto Ekos. Com a presença de uma equipe técnica os produtores causam um impacto menor na floresta para extrair óleos e outros materiais para a empresa. As parcerias já alcançaram 26 comunidades.

SUZANO: A produtora de papel e celulose se tornou uma das pioneiras no mercado mundial a calcular o impacto da pegada de carbono, englobando o processo desde os fornecedores até a entrega do produto na mão do cliente. Com esse processo a empresa realiza diversas ações para diminuir o impacto de CO2 na atmosfera, através do plantio de árvores e outros projetos.

WALMART: O líder mundial em varejo desenvolveu um programa que ajuda a desenvolver projetos em seus fornecedores para repensar embalagens e armazenamento de produtos. Com a Johnson & Johnson conseguiu reduzir em 18% a embalagem dos famosos Band-Aid. Assim é possível armazenar a mesma quantidade de produto em menor espaço, trazendo ganhos de estocagem, transporte e materiais.

E sua empresa, como está contribuindo?