A queda do muro de Berlim – fim da Guerra Fria –, a globalização, os mercados emergentes e os novos cenários da virada de século trouxeram um hiato para a indústria mundial, que começou a encontrar nas práticas ambientais e na responsabilidade social o pilar do desenvolvimento no século XXI.
Assim, as grandes corporações são uma peça chave no desenvolvimento de novas políticas e tecnologias que serão a tendência dos próximos anos. Temos alguns bons exemplos com empresas de diversos setores: Energético, Financeiro, Cosméticos, Papel e Celulose e Eletrônicos.
CPFL: Maior grupo privado de energia do país investiu mais de 100 milhões de reais para construir uma usina de bagaço da cana e pretende criar mais quatro até 2012. Investe também em projetos de energia eólica, mais limpa, renovável mas que ainda apresenta um alto custo.
HSBC: O Banco criou uma política de incentivar seus funcionários a virarem líderes ambientais. Os interessados podem fazer cursos pela empresa e ajudar a disseminar práticas benéficas ao meio-ambiente. O objetivo é preparar os colaboradores para auxiliarem em projetos sustentáveis na carteira de clientes do banco e disseminar o conhecimento adquirido.
NATURA: A empresa desenvolveu projetos com comunidades que fornecem matéria-prima para sua linha de produto Ekos. Com a presença de uma equipe técnica os produtores causam um impacto menor na floresta para extrair óleos e outros materiais para a empresa. As parcerias já alcançaram 26 comunidades.
SUZANO: A produtora de papel e celulose se tornou uma das pioneiras no mercado mundial a calcular o impacto da pegada de carbono, englobando o processo desde os fornecedores até a entrega do produto na mão do cliente. Com esse processo a empresa realiza diversas ações para diminuir o impacto de CO2 na atmosfera, através do plantio de árvores e outros projetos.
WALMART: O líder mundial em varejo desenvolveu um programa que ajuda a desenvolver projetos em seus fornecedores para repensar embalagens e armazenamento de produtos. Com a Johnson & Johnson conseguiu reduzir em 18% a embalagem dos famosos Band-Aid. Assim é possível armazenar a mesma quantidade de produto em menor espaço, trazendo ganhos de estocagem, transporte e materiais.
E sua empresa, como está contribuindo?