A companhia admite que sente os efeitos do aumento de custos causado pelo recall de 10 milhões de veículos equipados com airbags defeituosos da Takata. Ainda assim, fatores positivos contribuíram para a boa performance. Um deles é a desvalorização do iene em relação ao dólar. O fortalecimento das vendas na América do Norte também foi importante para o resultado positivo. A empresa sentiu ainda os reflexos do esforço para reduzir custos internos e a produção do HR-V em alguns mercados, incluindo o Brasil.
As vendas de veículos da fabricante aumentaram 4,9% no primeiro trimestre do ano fiscal, somando 1,14 milhões de unidades. A projeção da companhia para este ano fiscal permaneceu a mesma. A expectativa é de crescimento de 3,1% no lucro líquido, que pode chegar a 525 bilhões de ienes, ou US$ 4,23 bilhões.