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Reze: mercado se sustentará mesmo sem IPI reduzido

O bom desempenho da economia brasileira e o aumento da concorrência entre as montadoras, que buscam aumentar o market share no País, serão responsáveis pela continuidade de bons níveis de vendas de veículos, mesmo após o fim da redução do IPI em 31 de março. A opinião é de Sérgio Reze, presidente da Fenabrave, entidade dos distribuidores de veículos, para mantém a projeção de 10,2% parao avanço das vendas.
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Redação AB

03 mar 2010

2 minutos de leitura

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Em fevereiro foram comercializados 211.371 automóveis e comerciais leves, crescimento de 4,8% na comparação com o mês anterior, conforme divulgado nesta quarta-feira, 3. Dados da Fenabrave apontam que o volume é recorde para um mês de fevereiro. Para março, último mês de IPI reduzido, o executivo adiantou que as vendas deverão apresentar crescimento acima do registrado em janeiro e fevereiro.

Somando caminhões e ônibus as vendas de veículos automotores chegaram a 220.951, alta de 3,6% em relação ao mês anterior. “A tendência do mercado para o ano é de crescimento”, destacou o Reze.

O segmento de motocicletas ainda preocupa a associação. No mês passado foram comercializadas 120.832 unidades, recuo de 0,6% ante janeiro. “Não há falta de comprador. O cliente não está conseguindo atender as exigências para conseguir o crédito”, explicou Reze.

O executivo contou que a Fenabrave, a Abraciclo – Associação Brasileira das Fabricantes de Motocicletas e o Sindimotos – Sindicato dos Motociclistas de São Paulo se reuniram com o Ministro do Trabalho, Carlos Lupi, para discutir a criação de um mecanismo que facilite a compra de motos pelos fretistas.

Reze salientou que um dos objetivos era alocar na Caixa Econômica Federal recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador. “O problema é que a Caixa também quer garantias do comprador”, destacou.