
No volume de vendas não estão computados caminhões e ônibus. Se estes veículos foram somados, o Brasil elevaria o volume a 3,4 milhões de unidades.
Berger projeta uma elevação expressiva no mercado interno de veículos leves, que alcançaria 6 milhões de unidades em 2015.
O Brasil ficará em sexto lugar no ranking de produção, segundo estimativas do executivo, com 3,1 milhões de automóveis e comerciais leves. O primeiro posto caberá à China, com 13,3 milhões, seguida do Japão (8,2 milhões), Estados Unidos (6,8 milhões), Alemanha (4,7 milhões) e Coréia do Sul (3,3 milhões). A Índia deve estar na sétima posição, com 2,7 milhões, e a França com a oitava, com 2,1 milhões.
O que falta ao Brasil para ser competitivo? Berger disse a Cleide Silva que falta uma firme aliança entre fabricantes e governo para projetos de desenvolvimento de novas tecnologias, redução de custos de produção, infraestrutura para o transporte público e renovação da frota.
O consultor entende que o Brasil precisa pensar no futuro, jogar globalmente para, ao mesmo tempo, se defender das importações e aumentar suas exportações.