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Rolls-Royce anuncia primeiro carro elétrico e transição completa para VEs até 2030

A Rolls-Royce, tradicional fabricante de carros de luxo, anunciou hoje seu primeiro modelo elétrico para produção comercial. E mais: a companhia afirma que irá se tornar totalmente elétrica até 2030.
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victor

29 set 2021

2 minutos de leitura

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“Quando não existir, projete” é o slogan do Spectre, primeiro carro elétrico da Rolls Royce com produção em série

O carro se chama Spectre e não teve nenhuma característica técnica revelada. O lançamento foi prometido para o último trimestre de 2023. “Espectro é um nome dado a criaturas sobrenaturais que são sinônimo de grande poder; criaturas de reinos diferentes que fazem sua presença ser sentida por meio de manifestações repentinas”, diz o comunicado à imprensa. “Esse nome bate perfeitamente com o extraordinário Rolls-Royce que estamos apresentando hoje – um carro que faz sua presença ser sentida antes de desaparecer em um mundo acessível para apenas alguns poucos”, afirma o texto.

Seriam “alguns poucos” porque o carro vai ser extraordinariamente rápido ou porque vai ser extraordinariamente caro? Fica a indagação.

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Ainda no comunicado, a empresa promete a eletrificação completa para a próxima década. “Com esse novo produto, nós iniciamos o processo de total eletrificação de todo nosso portfólio de produtos até 2030. Nesse ano, a Rolls-Royce não estará mais no negócio de fabricar ou vender produtos com motores a combustão”, diz o texto.

A Rolls-Royce já havia criado dois veículos elétricos: o Phantom EE 102EX (2011) e o Vision Next 103EX (2016). Ambos eram protótipos, porém, e nunca foi a intenção da empresa produzi-los em massa. 

No comunicado, a montadora relembra a “profecia” de seu fundador, Sir Henry Royce, feita em abril de 1900, mais de um século atrás. Após testar um protótipo de carro elétrico, ele declarou: “O carro elétrico é perfeitamente silencioso e limpo. Não há cheiro ou vibração e eles devem se tornar muito úteis quando estações de recarga fixas puderem ser instaladas. Mas, por ora, eu não prevejo que eles vão ser práticos de fazer – pelo menos por muitos anos no futuro”.