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Ronaldo Znidarsis deixa a Nissan do Brasil

Em meados de novembro, enquanto ainda acontecia o Salão do Automóvel de São Paulo, Ronaldo Znidarsis deixou a Nissan do Brasil após dois anos na empresa. Ele era vice-presidente de vendas e marketing e havia sido contratado em novembro de 2014, quando a montadora intensificou suas operações comerciais no País com o início da produção local do March e Versa na fábrica de Resende (RJ), inaugurada naquele ano. A Nissan confirmou o desligamento sem informar detalhes. Nenhum substituto foi indicado e pode ser que nem seja. A equipe de Znidarsis segue sendo a mesma e, ao menos por enquanto, os diretores de vendas, marketing e pós-vendas passarão a responder diretamente ao presidente François Dossa.
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Redação AB

25 nov 2016

2 minutos de leitura

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Não são conhecidos os motivos que levaram Znidarsis a sair. Formado em economia pela Universidade Mackenzie, em São Paulo, e com mestrado em gestão pela Universidade de Boston, o executivo trabalha há 30 anos na indústria automobilística, a maior parte deles na General Motors, onde ingressou em 1985. Mas sempre passou por constantes mudanças de endereço, principalmente ocupando cargos no exterior.

Durante 21 anos trabalhando para a GM fora do País, o economista atuou em postos nos Estados Unidos, Canadá, Uruguai, Portugal, Itália, Alemanha, Espanha e Suíça; fez parte da equipe que negociou com o governo chinês a instalação da primeira fábrica da GM na China; transferiu-se para o escritório da região Ásia-Pacífico em Cingapura como diretor de projetos especiais e aquisições, responsável pela compra de participações acionárias nas japonesas Suzuki e Isuzu e na coreana Daewoo, entre outras funções. Ficou quatro anos na direção geral da GM Venezuela e, em 2010, voltou ao Brasil como diretor de vendas e marketing.

Os últimos quatro anos foram ainda mais movimentados para Znidarsis, com novas mudanças de endereços e companhia. Em 2012, ele deixou a GM para trabalhar na Volkswagen em Wolfsburg, na Alemanha, responsável pela área de desenvolvimento de negócios da marca. Dois anos depois foi transferido para o Brasil, assumindo o posto de diretor de desenvolvimento de rede da Volkswagen. Ficou quatro meses no cargo e foi contratado pela Nissan.