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Balanço

Rossetti dribla queda do mercado de caçambas basculantes

Na contramão do ritmo do mercado de caçambas basculantes, cujas vendas recuaram 4% em 2013 sobre o ano anterior, a Rossetti viu seus negócios crescerem 4% na mesma base de comparação, com o total de 2.876 unidades emplacadas, o que lhe conferiu uma participação de 22% deste mercado, resultado que manteve a fabricante de implementos rodoviários na liderança deste mercado, posto que ocupa pelo quinto ano consecutivo.
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Redação AB

10 fev 2014

2 minutos de leitura

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Entre os Estados, sua maior participação foi no Espírito Santo, com 43% de share, seguido pelo Rio de Janeiro, com 42%, Minas Gerais, 38%, Paraíba, 37%, São Paulo, 34%, e Bahia, com 25%. Em todos eles, a empresa encerrou o ano como líder de mercado.

Para o gerente de marketing, Daniel Rossetti, o mercado de caçambas basculantes é bem dividido e raramente um setor se sobrepõe demais ao outro. “A porcentagem de equipamentos para construção civil e mineração é quase sempre parecida. Em muitos casos é difícil até diferenciá-los, pois os serviços são muito semelhantes”, ressaltou.

Durante 2013, a empresa contraiu importantes contratos que contribuíram fortemente para o resultado final anual. Em junho, 230 caçambas foram entregues ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), para atender as obras do PAC 2. Outras 2 mil unidades de carrocerias para uso militar foram para as Forças Armadas Brasileira, também parte do programa de compras do governo. No ano passado, a Rossetti exportou 5% de sua produção de caçambas basculantes para Colômbia, República Dominicana, Angola, Guatemala e Peru.

Sobre as projeções para este ano, fatores como Copa do Mundo e eleições “não deixam o terreno firme”, pondera o executivo. “Considerando o início do ano, podemos esperar números parecidos com os de 2013 ou com leve melhora, de até 5%. Não dá para imaginar algo muito melhor do que isto, sem novidades impactantes. Na exportação, nosso número fica sempre abaixo de 5%, mas com o dólar em alta, talvez passaremos desse patamar, sempre dependendo de mercados instáveis, que tem projetos de construção ou mineração de longo prazo”, concluiu.