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Redação AB
A Saab anunciou nesta segunda-feira, 19, pedido de concordata após a General Motors, ex-proprietária da montadora sueca, se opor a um investimento de empresas chinesas (leia aqui). Segundo informações da Dow Jones citada em reportagem da Agência Estado, a GM advertiu no último fim de semana que não permitiria a venda de tecnologia sob seu controle a investidores da China.
“Depois de ter recebido a posição recente da GM sobre a transação contemplada com a Saab Automobile, a Youngman disse à companhia que o financiamento para continuar e completar a reorganização da montadora não pôde ser concluído. O conselho da Saab Automobile decidiu subsequentemente, que a companhia, sem mais fundos, será insolvente e que o pedido de concordata é a melhor opção para os credores”, informou a empresa sueca em comunicado.
A montadora operava sob proteção dos credores desde setembro enquanto tentava reestruturar suas atividades e garantir recursos de novos investidores. A produção foi suspensa em abril devido à falta de fundo para pagar fornecedores e empregados. A Saab deve salários aos seus 3,5 mil funcionários desde o fim de novembro e detêm milhões em dívida com seus fornecedores. Até o início de 2010, a empresa pertencia à GM, mas foi vendida à empresa holandesa Spyker Cars.