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Reportagem da Folha de S.Paulo assinada neste domingo, 8, pelo jornalista Ricardo Balthazar, mostra que Petrobras, Eletrobras e dez grupos privados ficaram com 57% dos R$ 168 bilhões destinados a transações contratadas de 2008 a junho deste ano.
A Petrobras leva R$ 29,13 bilhões dos recursos. A Mercedes-Benz R$ 1,16 bilhão, para expansão de sua operação em São Bernardo do Campo, SP. Na área de logística e concessão de rodovias, couberam R$ 1,22 bilhão à OHL, 334 milhões à CCR e R$ 3,92 bilhões à EBX. A Usiminas ficou com R$ 710 milhões, a Vale com R$ 7,71 bilhões, a Alcoa com R$ 2,81 bilhões, a Votorantin com R$ 5,27 bilhões, a Gerdau com R$ 1,05 bilhão, a Votorantin com R$ 5,27 bilhões, a Cosan R$ 1,15 bilhão.
O levantamento mostrou que além dos repasses que receberam diretamente do banco, alguns grupos foram beneficiados também como sócios de empreendimentos na área de infraestrutura e de companhias de outros grupos que conseguiram empréstimos da instituição. Segundo o jornalista, na
avaliação do BNDES a elevada concentração de sua carteira reflete o que se vê fora do banco: a taxa de investimentos do país é relativamente baixa e grandes empresas como a Petrobras são responsáveis pelos principais projetos em andamento.
Balthazar registra, ainda, que os críticos incomodados com o favorecimento de grandes grupos acusam o BNDES de usar seu poderio para fortalecer empresas com amigos em Brasília em detrimento de concorrentes e dos consumidores.