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Santiago Chamorro é o novo presidente da GM do Brasil

Depois de acumular por mais de um semestre a presidência da GM América do Sul e da General Motors do Brasil, a maior operação da região, Jaime Ardila finalmente anuncia o novo presidente e diretor-geral da GM brasileira. O escolhido é seu conterrâneo, o colombiano Santiago Chamorro, de 43 anos, que dirigia as áreas de vendas, serviços e marketing da GMB. Há 20 anos na empresa, Chamorro já assumiu o posto na quinta-feira, 1º. Para o seu lugar, foi escalado Edgar Lourençon, de 57 anos, que até então cuidava de projetos especiais da GM América do Sul.
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Redação AB

01 ago 2013

2 minutos de leitura

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Formado em economia e pós-graduado em finanças, Chamorro abraça a presidência no Brasil depois de todo o trabalho feito em 2012 para a renovação do portfólio de veículos Chevrolet. “É motivo de satisfação contarmos com o talento e a liderança do Santiago neste momento tão importante para a GM do Brasil, em que transformamos nosso modelo de negócios e apresentamos ao mercado uma nova Chevrolet. Com a sua sólida experiência nas áreas de marketing, vendas e serviços, e mais recentemente na liderança da GM Colômbia, Santiago é a pessoa certa para conduzir nossa empresa em direção ao futuro, e assegurar que a GM continue inovando, de forma a desenhar, fabricar e vender veículos, de classe mundial, que atendam as expectativas de nossos clientes”, declara Jaime Ardila.

Chamorro ingressou na GM em 1993 no pós-vendas. Já dirigiu as vendas tanto da GM do Brasil quanto da GM Colômbia. Foi presidente e diretor-geral da GM Colmotores (também em sua terra natal). Cuidou das vendas e marketing nos Estados Unidos. Desde 2012 ocupava a posição de diretor de vendas, serviços e marketing da GM América do Sul. O executivo ainda não foi apresentado oficialmente à imprensa.

EDGAR LOURENÇON

O substituto de Santiago Chamorro, Edgar Lourençon – que foi uma das apostas para a presidência da GMB, assim como o brasileiro Sergio Rocha, atual presidente da GM Coreia – já comandou a GM Chile, Peru, Argentina, Paraguai, Uruguai e África do Sul. É bacharel em engenharia industrial e tem mestrado em administração de negócios. Começou a carreira na GM do Brasil em 1977, como engenheiro de engenharia de manufatura.

Lourençon pode não ter sido eleito o presidente da GMB por causa da sua idade. De acordo com a política da empresa, os executivos devem obrigatoriamente se aposentar aos 65 anos. Sendo assim, Lourençon, de 57 anos, ficaria apenas oito no posto. Nos últimos oito anos, a GM do Brasil teve quatro presidentes diferentes (leia aqui).