A ação conta com o apoio da Confederação Nacional da Indústria e das Federações de Indústria e Centros Internacionais e faz parte do avanço da Apex, que deve implantar unidades em todos os estados ainda no primeiro semestre de 2010.
“O objetivo das Unidades de Atendimento é aproximar as empresas nacionais do comércio exterior, sejam elas não-exportadoras ou exportadoras em fase inicial” – explica Alessandro Teixeira, presidente da agência.
A inauguração da unidade de São Paulo acontece em paralelo com o seminário “Internacionalização de Empresas Brasileiras”, promovido pela Câmara de Comércio Exterior e pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a partir das 9 horas, na sede da Fiesp. Estarão presentes o secretário de comércio exterior, Welber Barral, o presidente da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira, e o presidente do sistema FIESP, Paulo Skaf.
Exportações paulistas
São Paulo tem 2.613 empresas ligadas aos projetos desenvolvidos pela Apex-Brasil. Entre elas 1.263 são exportadoras e, no ano passado, foram responsáveis por vendas externas de R$ 4,014 bilhões. O volume equivale a 11,6% do total exportado pelo estado de janeiro a outubro de 2009 (R$ 34,457 bilhões).
Açúcar de cana bruto é o principal produto de exportação de São Paulo. No acumulado de janeiro a outubro deste ano, o produto representou US$ 2,922 bilhões em negócios com outros países, 8,4% das vendas externas paulistas.
Em seguida aparecem aviões e veículos aéreos com peso inferior 15 toneladas com US$ 2,612 bilhões ou 7,58% do total exportado. Outros açúcares de cana, beterraba e sacarose corresponderam a US$ 1,604 milhão e 4,66%. Terminais portáteis de telefonia celular geraram US$ 860,182 milhões em negócios externos e corresponderam a 2,50% do total do estado.
Os principais destinos dos produtos paulistas, de janeiro a outubro de 2009, foram Argentina (US$ 4,7 bilhões), Estados Unidos (US$ 4 bilhões), Holanda (US$ 1,3 bilhão), Venezuela (US$ 1,2 bilhão), Alemanha (US$ 1,1 bilhão), México (US$ 1,1 bilhão), China (US$ 1 bilhão), Índia (US$ 1 bilhão), Bélgica (US$ 921,6 milhões) e Chile (US$ 881,8 milhões).
