
A parada da produção será parcial, explicou a companhia sem mencionar o tamanho do quadro que ficará afastado nas atividades da fábrica, que tem um total de 4,5 mil funcionários. Por meio de nota, enviada na segunda-feira, 27, a empresa informou que “segue monitorando sua cadeia de fornecedores para manter as operações” e que está tomando “todas as medidas necessárias para mitigar a situação e evitar impactos na produção”.
O setor de caminhões tem sido um dos menos afetados pela crise dos semicondutores e experimenta bom momento nas vendas internas. De acordo com dados da Fenabrave, no acumulado do ano até agosto os emplacamentos somaram 82,1 mil unidades, um crescimento de 49% ante o volume licenciado em igual período em 2020.
As vendas de modelos pesados, segmento no qual a Scania é um dos principais competidores, representaram mais de 50% das vendas do segmento, um reflexo dos pedidos feitos por empresas do agronegócio. Neste segmento, o modelo mais vendido até agosto foi o Volvo FH 540, com 5,6 mil unidades vendidas. Scania R450, DAF XF, Volvo FH 460 e o Mercedes-Benz Actros 2651 fecham a lista dos cinco mais comercializados.
Ao todo a Scania promoveu em setembro paradas nos dias 2, 3, 8, 10, 16, 17, 20, 21, 22, 27 e 28.
