
A empresa prevê um mercado da ordem de 40 mil caminhões pesados no País até o final de 2010, o que superaria tanto o volume de 31,6 mil unidades do ano passado como a marca de 39,48 mil veículos de 2008, período que não foi totalmente atingido pela crise e tido como um “ano extraordinário” pelos executivos da empresa.
A projeção reflete a tendência de crescimento da economia, sobretudo do agronegócio, um dos principais consumidores desse veículo. A Scania também prevê impactos positivos de investimentos em infraestrutura, como nos projetos do Programa de Aceleração do Crescimento, e por efeito da Copa do Mundo e das Olimpíadas — eventos capazes de estimular a demanda por ônibus.
O diretor-geral da Scania no Brasil, Christopher Podgorski, aguarda ainda uma melhora de mercados importadores dos veículos produzidos no Brasil.