“Gostaríamos de ver fabricantes de automóveis e legisladores trabalhando em conjunto com a indústria de seguros para desenvolver um quadro que permita identificar responsáveis e entender o que aconteceu”, defende Peter Shaw, diretor da Thatcham Reasearch, empresa de pesquisa que trabalha com a ABI na proposta.
As organizações destacam que a legislação para carros autônomos precisa evoluir mais rápido para acompanhar o avanço da tecnologia. A proposta é coletar dados do período que vai dos 30 segundos que antecedem um acidente aos 15 segundos depois dele. São relevantes as informações do GPS, indicação se o veículo estava ou não em modo autônomo e qualquer outra ação do motorista, como um toque na direção, no pedal do freio e o uso ou não do cinto de segurança no momento da colisão.
Segundo a ABI, as informações coletadas nos acidentes são essenciais para apontar os responsáveis, informar as autoridades e serviços de emergência, garantir a operação das seguradoras, além de ajudar fabricantes de veículos a melhorar seus produtos.