
A General Motors reduziu a remuneração da sua principal executiva, no caso, a CEO Mary Barra. Os vencimentos em 2023 somaram US$ 27,8 milhões, 4% a menos do que em 2022.
A montadora, controlada por conselho e acionistas, creditou a redução promovida no salário da CEO às quedas das ações da montadora no período. Bem como o não cumprimento de certas metas traçadas.
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O salário de US$ 2,1 milhões de Barra, US$ 14,6 milhões em prêmios em ações e US$ 4,9 milhões em opções permaneceram inalterados em relação a 2022, de acordo com um documento enviado quarta-feira, 24, à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA.
Ela e outros altos executivos receberam pagamentos de incentivos mais baixos porque a GM teve um desempenho inferior nas metas relacionadas a veículos elétricos e autônomos, mesmo tendo superado as metas de lucros e fluxo de caixa, disse o presidente do Comitê de Remuneração, Wesley Bush, no documento.