De acordo com informações de agências internacionais, Marchionne acredita no futuro dos motores movidos a célula de hidrogênio, apesar da aposta mais comum da indústria pelos motores 100% elétricos. Em suas declarações, o CEO explicou que a Fiat Chrysler continuará a fazer esforços para avançar com motores elétricos, mas não os vê como única fonte alternativa aos motores tradicionais a combustão.
“Pode ser uma aliança forte”, disse o CEO à repórteres, embora tenha descartado a existência de uma fusão entre a FCA e a Hyundai. “Nós já compramos componentes da Hyundai; vamos ver se podemos concordar com outros pontos, especialmente para o desenvolvimento de transmissões e hidrogênio”, disse Marchionne.
Os termos do acordo ainda estão em fase de avaliação por ambos os grupos, mas a ideia de atuar em conjunto no desenvolvimento em hidrogênio está definida. Além disso, o CEO disse ter o desejo de fechar um grande negócio antes de deixar o comando da FCA, marcado para 2019. Com isso, Marchionne prometeu anunciar no segundo semestre de 2018 um novo plano de negócios que deve durar até 2022.