O levantamento, com base em dados das empresas, indica que as montadoras eliminaram 6,4 mil vagas e hoje empregam 120,4 mil funcionários. As fabricantes alegam que estão cortando vagas nos setores da produção voltados para a exportação e nas linhas de caminhões.
A indústria de autopeças, que encerrou dezembro com 207,5 mil trabalhadores, mantinha até abril cerca de 200 mil pessoas. Os dados de maio ainda não foram computados, mas as empresas admitem que os cortes continuam.
Segundo ainda o jornal, fontes ligadas à indústria automobilística indicam que os fabricantes de caminhões torcem pela não prorrogação do corte do IPI no segmento justamente por causa do compromisso de manutenção de vagas.