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Setor automotivo não quer compensar ganho agrícola

Embora o ministro Reinhold Stephanes, da Agricultura, não acredite que a Rodada Doha possa trazer os resultados que a área agrícola brasileira deseja, o setor automotivo acompanha com alguma apreensão o desdobramento das negociações. Jackson Schneider, presidente da Anfavea, repete que o setor automotivo não pode ser moeda de troca para que o país obtenha concessões na área agrícola. O Brasil propõe que a alíquota de importação de automóveis, caminhões e ônibus caia dos atuais 35% para o nível de 24% em um período de dez anos. Há pressões de europeus e americanos, no entanto, para cortes mais expressivos
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24 jul 2008

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