
Jackson Schneider, presidente da Anfavea, enfatizou durante o encontro que um programa desta natureza não deve abranger apenas um segmento como o automotivo, mas se estender para outras áreas da indústria e da economia.
Embora 92% dos executivos de montadoras e seus fornecedores peçam um projeto de competitividade para o Brasil, eles se dividiram ao responder se a atual redução de 40% nas alíquotas de importação de autopeças deve ser revogada. Para 67,3% a iniciativa é boa e pode dar fôlego aos fabricantes locais de componentes enquanto buscam fórmulas para melhorar a competitividade. Já os demais 32,7% não concordam, justificando que a redução corresponde a uma medida de proteção que acomodará a cadeia de produção.