
“É o setor automotivo, principalmente, que está na raiz disso. Os bens duráveis estão com influência grande (no resultado). Com a colocação dos estoques no mercado esse segmento já tem perspectiva de voltar a produzir mais aceleradamente”, avalia.
O avanço da confiança se concentrou fortemente na avaliação sobre a situação atual. Para Campelo, depois de um segundo trimestre de projeções de retomada da demanda frustradas, os empresários agora estão mais cautelosos em suas expectativas para os próximos meses.
Segundo ele, a prévia de agosto traz sinais de recuperação em bens de capital, apoiada no segmento de ônibus e caminhões. Campelo ressalta, porém, que a situação ainda é ruim para este setor. “Isso se dá muito mais por esse segmento, composto por bens de capital do setor de serviços de transporte”, afirmou. Ele acrescenta que em máquinas e equipamentos ainda não há sinais favoráveis.