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Setor de implementos rodoviários reduz projeções para este ano

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Giovanna Riato

11 out 2011

3 minutos de leitura

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Giovanna Riato, AB

As vendas de implementos rodoviários podem sofrer retração este ano. Os principais motivos são a redução da oferta de crédito e o início do Proconve P7 em janeiro de 2012, que fará as empresas priorizarem o investimento em caminhões este ano, antes que os preços dos veículos subam, e adiarem a compra de implementos. A expectativa é da Anfir, associação que reúne os fabricantes do setor.

A entidade afirma que as vendas podem sofrer uma leve queda na comparação com o resultado de 2010, quando foram comercializados 174,6 mil equipamentos. Apesar de a associação não arriscar qual será o tamanho do tombo, a perspectiva de uma retração fica abaixo das perspectivas apresentadas pela associação em julho, quando o cenário mais pessimista era de crescimento de 4,5% sobre o ano passado para 182,5 mil unidades. Na época a Anfir considerava crescimento de até 9,1% nas vendas do setor caso houvesse expansão da oferta de crédito.

Desaceleração

Dados divulgados pela entidade indicam que já houve queda no ritmo de crescimento. A comercialização da linha pesada, de reboques e semirreboques, avançou 8,2% entre janeiro e setembro sobre o mesmo período de 2010, para 45,3 mil unidades. Apesar da alta, o ritmo é inferior ao registrado entre janeiro e abril, quando as vendas aceleraram 13,1%.

O mesmo acontece com a linha leve, de carrocerias sobre chassis. Foi registrada expansão de 24,8% nas vendas no acumulado dos nove primeiros meses de 2011, com 98,3 mil implementos. O principal motor para a alta foi a restrição à circulação de caminhões em centros urbanos. A taxa de crescimento, no entanto, caiu na comparação com a registrada no primeiro quadrimestre, quando o setor avançou 27,9%.

Os segmentos que mais colocaram o pé no freio foram o de porta contêiner, o que demonstra esfriamento do comércio exterior, carrega tudo, ligado às obras de infraestrutura, basculante e betoneira.