
BALANÇA COMERCIAL
Em dólares, as exportações acumuladas no ano cresceram 10% em relação a igual período do ano passado. O resultado foi puxado pelo segmento de máquinas para a indústria de transformação, que apresentou crescimento de 48,7%, e pelo de máquinas para logística e construção civil, que cresceu 15,7%.
As importações de janeiro a agosto cresceram apenas 1,9% em relação a igual período do ano anterior. O resultado levou à primeira redução de 3,1% do déficit da balança comercial, que acumula US$ 11.766 milhões. Essa é a primeira queda do déficit acumulado entre janeiro e agosto nos últimos anos. O resultado tem relação direta com a valorização do dólar ante o real.
CONSUMO, PEDIDOS E EMPREGOS
O consumo aparente fechou agosto em R$ 9,3 bilhões, queda de 0,1% em relação a julho, e acumula R$ 76,2 bilhões no ano, ligeira alta de 3,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. A média mensal do nível de utilização de capacidade instalada (Nuci) caiu para 75,9% em agosto, queda de 7,1 pontos porcentuais em comparação com o mesmo período do ano anterior. O número médio de semanas para atendimento dos pedidos em carteira manteve a tendência de queda (14,5%), fechando em 14,9 semanas.
Como resultado dessa situação, a indústria de bens de capital mecânico registrou mais uma variação negativa no número de empregados (-0,7%), fechando o mês de agosto com 253.189 trabalhadores.