
Outras contribuições negativas relevantes sobre o total nacional vieram dos setores de metalurgia (-7,4%), de produtos de metal (-9,8%), de máquinas e equipamentos (-5,9%), de outros produtos químicos (-3,6%) e de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-7,2%). Entre as seis atividades que ampliaram a produção, as principais influências foram observadas em indústrias extrativas (5,7%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (2,4%).
Ainda segundo os dados do IBGE, entre as grandes categorias econômicas, o perfil dos resultados para o índice acumulado nos 12 meses de 2014 mostrou menor dinamismo para bens de capital (-9,6%) e bens de consumo duráveis (-9,2%). O segmento de bens de capital foi pressionado, especialmente, pela redução na fabricação de equipamentos de transporte – que chegou a cair 16,6% – e por automóveis.
Os segmentos de bens intermediários (-2,7%) e de bens de consumo semi e não duráveis (-0,3%) também assinalaram resultados negativos no índice acumulado no ano, mas ambos com queda menos intensa do que a observada na média nacional (-3,2%), informou o IBGE.