
De acordo com Cunha, a expectativa para este ano era que o Nordeste esmagasse cerca de 63 milhões de toneladas de cana. Após as chuvas, que deixaram parte das lavouras submersas, a previsão é que a região faça a moagem de cerca de 59 milhões de toneladas. Além de moer menos, o Nordeste deverá atrasar em pelo menos um mês o início do processamento da cana, que deveria ocorrer em agosto.
“Sendo otimista, acredito que vamos esmagar cerca de 59 milhões de toneladas de cana”, lamentou Cunha. A expectativa nacional é moer neste ano 590 milhões de toneladas de cana-de-açúcar.
Além do volume menor, outro fator preocupa os usineiros nordestinos. As lavouras mais próximas ao litoral, plantadas em região de várzea, ficaram submersas, o que resultou na alteração do nível de sacarose do produto. “A sacarose é a riqueza da cana-de-açúcar. Submersa, a planta não respira e seu nível de sacarose cai muito”, explicou.
Fonte: Luciana Lima, Agência Brasil.