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Shell quer elevar as vendas da linha Helix

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Redação AB

20 jan 2012

3 minutos de leitura

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Agência Estado

A Shell quer aumentar as vendas no Brasil de sua marca de lubrificante para automóveis de passageiros, a Shell Helix, em 45% neste ano, ante uma alta de 15% no ano passado. O objetivo é elevar a participação de mercado de 11,4% em 2011 para 18% neste ano, segundo a diretora de marketing global da marca, a brasileira Leila Prati.

A Petrobras, que vende lubrificantes em aproximadamente 8 mil postos pelo País, é hoje líder nacional de mercado. A Shell oscila ao lado da Texaco entre terceiro e quarto lugares e quer pular para segundo este ano no lugar da Mobil/Castrol. A Shell tem hoje 2,5 mil postos no País e incorporará mais 1,5 mil nos próximos dois anos. O aumento é resultado da joint venture Raízen criada entre Shell e Cosan no ano passado, poucos meses depois de a Cosan ter comprado a Esso.

Segundo Leila, a meta em todo o mundo é elevar as vendas da linha Helix em 78% até 2015. A marca, que está investindo US$ 100 milhões em marketing, quer vender 500 milhões de litros neste ano no mercado global. O maior mercado da Helix hoje é a China, com 35% de participação. O Brasil fica em segundo lugar, com 13%, porcentual que Leila espera ver elevado para 20% até dezembro.

A Shell é a maior fabricante de lubrificantes do mundo e aposta no crescimento da frota de países emergentes para aumentar a participação de mercado da linha Helix. China, Brasil, Rússia, Índia e Indonésia estão no radar. Leila explica que, ao adquirir seu primeiro carro, o consumidor tende a investir em um lubrificante melhor. “Essa relação homem-máquina gera um cuidado maior com o veículo.”

Ainda neste primeiro semestre a marca lançará uma campanha global filmada nos países integrantes do Bric (Brasil, Índia, Rússia e China) com associação da tecnologia Helix à marca Ferrari. As gravações no Brasil deverão ser feitas no Rio de Janeiro, ainda nesta semana. Bombaim, Xangai e Moscou também aparecerão no vídeo, que, entre produção e veiculação, custará US$ 50 milhões.