
Em 2011, durante o Salão Duas Rodas, garantiu que a unidade estaria pronta em 2013. “Vamos aguardar até o fim de setembro para a definição do projeto. Se o governo federal não alterar a tributação, o projeto será repensado. Pode ser que a gente migre para a Zona Franca de Manaus, mas isso teria um custo muito alto. Já investimos muito. Vamos ter de repensar”, disse Perez.
“Paramos a terraplenagem por causa do período de chuva. O orçamento (para a fábrica) está pronto. Aguardamos licenças ambientais. O que pedimos é o bom senso, porque nenhum sistemista vai se instalar ao lado de uma montadora se não tiver motos da marca circulando na região.” A Shineray é a sétima marca em emplacamentos, com 10.543 unidades até agosto, mas seu volume real de vendas é maior que esse. A explicação é simples: no Nordeste, o consumidor muitas vezes deixa de emplacar os modelos de 50 cc (maior mercado da Shineray). Com isso, essas unidades deixam de constar no Renavam e nos registros da Fenabrave, federação que reúne as associações de concessionárias.
Em todo o ano de 2011 foram 11.969 unidades Shineray, o que significa que a marca crescerá num ano em que o mercado como um todo já encolheu quase 12% na comparação com os mesmos oito meses de 2011.