logo

eua

Siderúrgica Severstal quer investir US$ 6,4 bi

<style type=”text/css”>
.texto {
font-family: Verdana, Geneva, sans-serif;
font-size: 10px;
color: #666;
}
.texto {
text-align: left;
}
</style>
Author image

Redação AB

13 out 2010

3 minutos de leitura

NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS EM QUALQUER LUGAR
Email RSS Twitter WebTV Revista Mobile Rede
Social

Álvaro Campos, Agência Estado

A siderúrgica russa OAO Severstal planeja investir US$ 6,4 bilhões até 2014. Cerca de 68% desse total devem ser investidos em fábricas na Rússia e 12% em unidades nos EUA, segundo documento obtido pela Dow Jones.

Segundo a Severstal afirmou em um prospecto preliminar para notes no valor de US$ 3 bilhões, os investimentos serão focados na expansão de ativos existentes da sua divisão de mineração na Rússia, África e EUA, e para aumentar sua participação no mercado russo de produtos de aço, em especial no setor de construção.

A Severstal disse que, dos US$ 6,4 bilhões, somente US$ 786 milhões (12,3%) serão investidos nas fábricas nos EUA. Essas unidades responderam por quase 39% da receita da empresa com aço no primeiro semestre de 2010. A russa é a terceira maior siderúrgica dos EUA em volume de produção. Os investimento no país devem se focar nas unidades de Columbus (Mississippi) e Dearborn (Michigan).

A maior parte dos investimentos no setor de mineração deve ser aplicada no desenvolvimento de ativos de ouro em todo o mundo.

Em fevereiro, a Severstal havia dito que queria investir US$ 1,4 bilhão este ano, e mais recentemente informou que investiu US$ 523,8 milhões na primeira metade de 2010.

No prospecto, que tem data de 5 de outubro, a Servestal afirmou que a previsão para 2010 “continua a melhorar, com o crescimento econômico dos mercados emergentes e com uma aceleração da recuperação gradual da demanda em mercados desenvolvidos”.

A empresa também afirma que está analisando oportunidades de crescimento na África, especialmente na Libéria, Congo, Burkina Fasso, Guiné e Gabão, além de outros mercados emergentes.

A siderúrgica comentou ainda que planeja “continuar otimizando o tamanho da sua força de trabalho, em especial na Rússia”, como parte da sua meta de reduzir custos. Mas a empresa se recusou a comentar se planeja demissões. As informações são da Dow Jones.