
A Anfape teme pela cadeia de produção e comercialização de peças similares. “Os consumidores terão, inevitavelmente, de recorrer às concessionárias e ficarão reféns de qualquer tipo de abuso, inclusive em relação aos valores praticados”, explica o presidente da Anfape, Renato Fonseca.
A associação acusa as três montadoras de tentar eliminar a concorrência na reposição de peças aparentes como para-choques, retrovisores, lanternas e capôs. As montadoras se valem do direito à propriedade intelectual para impedir a reprodução das peças.
As entidades sindicais que assinam o documento entregue ao Cade se referem a São Paulo, Acre, Piauí, Minas Gerais, Distrito Federal, Pernambuco, Rondônia, Ceará, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte e Goiás.