
Segundo o UAW, a ação foi ajuizada no National Labor Relations Board porque a Stellantis se recusou a fornecer informações sobre os projetos futuros no país.
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A montadora informou à agência “Reuters” que ainda não foi notificado a respeito da denúncia, mas assegurou não ter violado os compromissos de investimento assumidos no acordo de 2023.
“Como todos os nossos concorrentes, a Stellantis está tentando gerenciar cuidadosamente como e quando trazer novos veículos ao mercado com foco em melhorar nossa competitividade e garantir nossa sustentabilidade e crescimento futuros. Comunicaremos nossos planos ao UAW no momento apropriado”, disse a empresa.
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O presidente do UAW, Shawn Fain, disse que o sindicato tentará fazer a montadora cumprir o acordo firmado com os empregados.
Fain informou, ainda, que os atrasos no investimento planejado de US$ 1 bilhão em uma nova fábrica de baterias em Belvidere, Illinois, podem ser um sinal de que a empresa está quebrando as promessas feitas no acordo.
Greve teve bons resultados para o sindicato
Há um ano, o sindicato realizou sua primeira greve contra as três grandes montadoras dos Estados Unidos – além da Stellantis, fazem parte do grupo Ford e General Motors.
Após uma paralisação de seis semanas, o sindicato conquistou contratos recordes que incluíam o reajuste de 25% mais a inflação do período.