– do ISS para retíficas de motores em 2009.
– do ICMS para as retíficas de motores e autopeças utilizadas na reconstrução de motores (juntas, pistões, bielas, virabrequins, bombas, bronzinas).
– do IPI para peças utilizadas na reconstrução dos motores e a criação de uma linha de crédito especial para capital de giro para as retíficas, assim como uma taxa de juro mais baixa para o financiamento de retífica de motores aos proprietários de veículos.
Segundo as entidades, o setor é expressivo no cenário nacional, oferece pontos positivos para a economia e necessita urgentemente de medidas de incentivo.
Os documentos tiveram como base de defesa a geração de empregos, economia de combustíveis e de óleos lubrificantes, redução dos níveis de poluentes, aprovação dos veículos na Inspeção Veicular Ambiental, diminuição dos congestionamentos originados pela quebra do motor e aumento da segurança ao dirigir.