De acordo com o Sindipeças, as matérias-primas representam a maior parte do custo de produção de autopeças. Neste contexto, o aço tem o maior peso, já que é o insumo mais utilizado. Um aumento “compromete a capacidade econômico-financeira e operacional das empresas do setor, que são pilares essenciais da cadeia de produção automotiva”, enfatiza a entidade.
A reação do Sindipeças acontece após a publicação por diversos jornais de que o preço do aço deve sofrer alta da ordem de 11%. “Em um período em que o País enfrenta dificuldades tão profundas, todos os elos dessa cadeia de produção, matérias-primas inclusive, necessitam agir no sentido de garantir a perenidade da presença do Brasil no ranking dos produtores mundiais de veículos”, enfatiza o comunicado.