Sistema semelhante já é adotado em Santiago do Chile.
O sistema permitirá o monitoramento da velocidade por trechos e não pontualmente, como acontece hoje (o motorista freia antes de chegar ao radar) e possibilitará até mesmo a localização de carros roubados ou utilizados em sequestros relâmpagos. As funções podem ser ampliadas para fiscalizar licenciamento, multas, IPVA, rodízio e inspeção veicular.
Alfredo Peres, diretor do Denatran, admite também que o chip permitirá fiscalizar se veículos estão atendendo o recall de segurança. Atualmente cerca de metade dos proprietários chamados para reparos não comparece às concessionárias. A Toyota já admitiu que apenas 60% dos clientes atendem seus recalls.
A comunicação entre o chip e as antenas será feita por frequência semelhante à de celular. O circuito vai ser instalado no parabrisa do veículo e sempre que passar por uma das antenas o automóvel terá informações captadas e levadas para uma central.
Segundo ainda o Estadão, toda a frota terá de circular com chip em até 5 anos. Carros novos ganharão o aparelho no emplacamento. Nos antigos, a instalação será gradual, seguindo provavelmente o calendário do licenciamento.
Fontes: Estadão e Automotive Business.