
No segmento com volumes mais expressivos de venda, o dos hatches compactos, o equipamento está em 15% das versões, mas nos 85% restantes o item não entra nem mesmo como opcional. Já nos hatches médios, em regra bem mais caros e equipados, 63% das versões analisadas tinham o item de série.
Entre os modelos esportivos e sedãs de luxo, 100% das versões traziam o ESC como equipamento de série. Segundo o Cesvi, entraram no estudo 297 modelos totalizando 940 versões, das quais 47,8% traziam o ESC de série. O número é alto por incluir carros e versões com menor volume de vendas e pouca representatividade.
De 2013 para 2014, a oferta de versões com o ESC passou de 432 para 449, alta de 4%. “Embora tímido, o crescimento indica que o equipamento começa a ficar mais difundido por aqui. Esperamos que tenha destino semelhante ao do ABS e do airbag, hoje obrigatórios. Por isso realizamos o levantamento”, afirma o diretor executivo do Cesvi, Almir Fernandes.
Embora interessante, o estudo do Cesvi deve ser visto com ressalvas por misturar entre os hatches compactos o Fiat 500 e o Renault Sandero, por exemplo. Também junta entre os sedãs compactos os Chevrolet Classic, Cobalt e Sonic. Outro pênalti está na inclusão no estudo da picape Peugeot Hoggar e da VW Kombi, ambas fora de linha.