
A nota oficial que formaliza a joint-venture não entra em detalhes sobre os planos da nova empresa. A companhia afirma que usará o conhecimento da Honda em manufatura de veículos, tecnologia e vendas junto à expertise da Sony em aplicações de imagem, sensores, telecomunicações e entretenimento. É muito provável que, considerando essas informações, os modelos da nova organização venham com algum nível de automação.
Sony e Honda uniram o útil ao agradável
A Sony já ensaia entrar nesse mercado há algum tempo. Na CES deste ano, a empresa anunciou uma startup para carros elétricos chamada Sony Mobility e mostrou seu primeiro EV na forma do carro-conceito Vision S-02.
Já a Honda tem avançado devagar na mobilidade elétrica, assim como outras montadoras japonesas. Ela só evoluiu mesmo nos últimos meses: em outubro, quando apresentou a e:N Series, que terá 10 carros elétricos nos próximos cinco anos, e, em abril, anunciou investimento de US$ 64 bilhões em carros elétricos até 2030.
A união das duas empresas vai ser útil para ambas, uma vez que a Sony precisa da expertise de uma montadora tradicional para poder entrar nesse negócio e a Honda precisa de uma parceira que ajude a trazer tecnologia e opções de conforto para seus modelos.