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Stellantis adere ao Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+

A Stellantis assinou na segunda-feira, 31, a carta de adesão ao Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+. Como signatária, a regional da montadora na América Latina vai orientar suas práticas de acordo com os 10 compromissos pela promoção dos direitos LGBTI+, que incluem desde a sensibilização sobre o tema, grupos de afinidade até ações para contratação e desenvolvimento desses talentos.
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cria

31 jan 2022

2 minutos de leitura

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Ao se filiar ao Fórum, empresa assume 10 compromissos para a inclusão de pessoas LGBTI+ (Foto: Freepik)

Em um vídeo divulgado à imprensa, o presidente da Stellantis para América Latina, Antonio Filosa, celebrou a nova parceria e as recentes ações afirmativas da montadora. “A diversidade é o nosso motor. O avanço da diversidade e, sobretudo, da inclusão, nos permitirá construir um ambiente de negócios cada vez mais justo.”

A montadora já conta com uma governança específica para diversidade e inclusão formada por grupos de afinidade LGBTI+, gênero; raça, cores e etnias; e Pessoas com Deficiência. Os comitês são conduzidos por colaboradores voluntários e contam com apoio de diretores e diretoras como sponsor.

Stellantis é a 2ª montadora a assinar compromisso

A Stellantis é a segunda montadora a tornar signatária do Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, depois da Renault, uma das pioneiras ao firmar o compromisso em 2020. Também são membros a Arcellor Mittal, Continental, Lear, Basf, 3M, Gerdau, TE Connectivity,  Shell, Dow, Eaton, Usiminas, Uber e Localiza.

Criado em 2013, o Fórum é um espaço de troca e articulação entre organizações pela promoção dos direitos humanos a pessoas com diferentes identidades de gênero e orientações sexuais.

Dentro do setor automotivo, o eixo LGBTI+ é o que recebe menor atenção das empresas. Segundo o estudo Diversidade no Setor Automotivo 2021, apenas 22% das organizações contam com programas estruturados para fomentar a pluralidade nessa frente e 47% têm ações pontuais, como eventos durante o Mês do Orgulho LGBTI+.

O problema reflete nos caros de liderança: apenas 5% das empresas têm metas para a inclusão de profissionais LGBTI+ em posições decisórias. A atração e retenção desses talentos enfrentam barreiras, como a falta de informação e políticas específicas.