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Sumaré concentra esforços no novo Fit

Com a produção de Sumaré reduzida a dois turnos desde 2011 como consequência do terremoto seguido de tsunami que afetou o Japão e, consequentemente, a exportação de peças, a Honda foi obrigada a renovar a linha Civic em duas etapas (veja aqui).
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cria

09 jun 2014

2 minutos de leitura

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Sua fábrica de automóveis de Sumaré vive hoje um momento diferente de outras montadoras, que concedem férias coletivas ou mesmo abrem Programas de Demissão Voluntária (PDVs). “Por causa do lançamento recente do Fit, a fábrica de Sumaré está ‘bombando’ sua produção”, afirma o engenheiro e supervisor de relações públicas, Alfredo Guedes Júnior. “Algumas revendas têm até 30 dias de espera. A maior procura é pelo topo de linha EXL azul, mesma cor utilizada no lançamento”, diz.

“A produção dos Civic 2015 começa nesta semana. Os carros estarão na rede na segunda quinzena de junho. Primeiro chegam os LXS 1.8 e LXR 2.0. O topo de linha EXR 2.0 só estará à venda em novembro”, diz Guedes Jr.

A fábrica do interior paulista produz cerca de 630 carros por dia e lança mão de horas extras. Entre setembro e outubro, a renovação do sedã City será um motivo a mais para manter o bom ritmo das linhas de montagem: “A fábrica de Itirapina dobrará nossa capacidade no Brasil. Além do novo Fit, tudo indica que serão montados lá os outros modelos com tanque de combustível central, como o futuro utilitário esportivo, e o City”, afirma o engenheiro da Honda. Para montar o novo City há também a fábrica da Argentina, de onde saem cerca de mil unidades por mês para abastecer o Brasil e o mercado doméstico.

Alfredo Guedes Júnior acredita que a Honda poderá consolidar a liderança do Civic entre os sedãs médios quando a segunda fábrica de automóveis estiver pronta, deixando Sumaré livre para ampliar a produção do sedã.