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Supercompactos querem ganhar força no País

Sucesso nos salões do automóvel em todo o mundo, os veículos supercompactos querem demarcar espaço no mercado brasileiro. Apesar do preço salgado, que vai de R$ 60 mil a mais de R$ 100 mil, as marcas aqui presentes projetam expansão das vendas.
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Redação AB

12 mar 2010

2 minutos de leitura

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Até o início de março, de acordo com dados da Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, a Mini vendeu 267 Coopers, cujo valor pode chegar a quase R$ 140 mil. A Mercedes-Benz, com o seu Smart Fortwo, ficou logo atrás com 261 unidades emplacadas em todo o País. O 500 da Fiat vendeu 173 unidades até a segunda semana deste mês.

Analisando as regiões onde estão os veículos notam-se disparidades. Na cidade de São Paulo foram vendidos no período 153 Coopers, mais da metade do total comercializado em todo o Brasil. Foram também 87 Fortwo e 67 Fiat 500. Somados os estados do Nordeste, o volume chega a apenas 35 unidades, das quais apenas três Coopers.

O diretor da Mini, Martin Fritsches, já anunciou que dois novos modelos chegarão ao mercado brasileiro até o fim do ano. A projeção é que as vendas alcancem 1,5 mil unidades, crescimento de 40% ante o ano anterior. “A marca foi muito bem recebida. Adiantamos lançamentos como o conversível, que estava previsto apenas para 2011”, destacou Fritsches a Automotive Business. O ano também será marcado com o aumento do número de concessionárias da marca. Após de fechar 2009 com três lojas, a projeção é encerrar 2010 com 12 concessionárias novas.

Outras duas marcas já anunciaram modelos que desembarcarão no País no próximo ano: o A1, da Audi, e o March, da Nissan. Ambos foram apresentados ao público no Salão de Genebra, na Suíça.