
“Nos meses mais recentes foram licenciadas cerca de 200 unidades por mês. E se considerarmos o total que repassamos às revendas de fevereiro de 2013 até o momento foram 2 mil unidades. Em 2014 devemos chegar a 2,5 mil unidades emplacadas”, acredita o presidente da Suzuki Veículos do Brasil, Luiz Rosenfeld. Isso representaria uma alta de 61% sobre o ano anterior.
“O Jimny é um carro único, sem concorrente no Brasil. Em alguns anos será possível chegar a mil unidades por mês”, estima Rosenfeld, para lá de otimista. Segundo o executivo, começa a crescer a venda do Jimny entre frotistas. “É um carro capaz de acompanhar o plantio, colheita e inspeção de redes elétricas, por exemplo.” A montadora aposta também num mercado crescente formado por veterinários, zootecnistas, topógrafos, geólogos, produtores rurais, engenheiros agrônomos, florestais e ambientais. A Suzuki tem 54 concessionárias no País e só não está nos Estados do Acre e Roraima.
De acordo com o presidente da Suzuki, a montagem do Jimny começa na fábrica da Mitsubishi, em Catalão, e termina em Itumbiara. “Em Catalão, o powertrain e a carroceria são instalados sobre o chassi. Em Itumbiara, a carroceria recebe a montagem final. Entre as parceiras da Suzuki estão a Flamma (antiga Automotiva Usiminas), a Weldmatic e a MVC”, cita Rosenfeld.
A Suzuki inscreveu-se no Inovar-Auto como montadora, mas em 2014 sua cota livre do “super-IPI”, segundo Rosenfeld, estará em torno das 4,8 mil unidades. A fabricante vem desenvolvendo uma versão flex para o Jimny, mas não estabeleceu uma data para o lançamento. Por enquanto, o comprador do carro conta com um motor 1.3 a gasolina com 16 válvulas e 85 cv de potência.