
“Boa parte das operações se mantém em Catalão (na fábrica da Mitsubishi) por causa da proximidade com fornecedores como a Weldmatic, a Flamma (que produz e pinta as carrocerias), e a MVC (que fabrica itens internos e externos). Isso ocorre porque a produção do Jimny (cerca de 250 unidades) é pequena”, diz Rosenfeld.
Sobre Itumbiara, o presidente da Suzuki recorda que a fábrica é modular e tem capacidade para 7 mil Jimny por ano. Quando houver necessidade poderá produzir outro modelo, mas ainda não haveria nada definido. Segundo o presidente da montadora, não se cogita a montagem local do Swift.
Na unidade goiana, além da montagem final do Jimny, a fábrica recebe todos os modelos importados do Japão. Ali são equipados com triângulo, extintor, ganham etiquetas e têm a numeração do chassi gravada nos vidros.
Outras funções secundárias como a pintura de partes da carroceria das versões especiais SX4 Mormaii e Swift Sport R também são feitas dentro da fábrica. Rosenfeld garante que haverá lançamentos para o Salão do Automóvel, em outubro, mas não antecipa se serão 4×2 ou 4×4. Há indícios de que trarão o modelo S-Cross, maior que o SX4.
Vale lembrar que, apesar das gestões diferentes, as operações da Suzuki e da Mitsubishi no Brasil são do empresário Eduardo Souza Ramos.