
A experiência é resultado de um projeto iniciado há um ano e meio com a Airbus e CFM, joint venture entre a americana General Electric e a francesa Snecma responsável pelos motores do avião.
A TAM investiu US$ 150 mil no projeto, desde as pesquisas até a compra de sementes de pinhão manso e sua transformação em óleo semirefinado, enviado aos Estados Unidos para processamento pela UOP LLC, do grupo Honeywell. O investimento da Airbus no projeto foi da ordem de US$ 70 mil.