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Ténéré 250 agora é flex e sai por R$ 15.015

A Yamaha apresentou a versão 2016 da XT 250Z Ténéré, que tem como principal mudança a adoção da tecnologia flex. A moto chega por R$ 15.015, acréscimo de 7,3% sobre a linha 2015. Outras alterações importantes foram feitas na traseira, que recebeu uma lanterna horizontal com lente incolor e LEDs em vez de lâmpada. Como consequência, a iluminação da placa é feita por uma peça à parte.
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cria

15 mai 2015

3 minutos de leitura

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As alças do garupa agora são maiores e feitas de alumínio em vez de aço. A capacidade de carga traseira passou de 4,7 para 7 quilos e a moto ganhou ainda um bagageiro, que apagou a impressão de que faltava alguma coisa ali atrás.

“Procuramos fazer mudanças que os clientes pediam”, afirma o gerente de marketing Ricardo Tedesco. Por causa da proposta fora de estrada da moto, a Yamaha adotou uma opção marrom parecida com a cor que se vê em alguns utilitários esportivos.

A fabricante também trocou o painel de instrumentos, que recebeu uma “Ecolamp”, que se acende quando o piloto conduz a moto de maneira econômica. Outro indicador, este com pontos luminosos, se acende quando a temperatura do motor está abaixo de cinco graus. “Esses pontos vão-se apagando à medida que a temperatura do motor sobe”, explica Tedesco.

O motor bicombustível é o mesmo lançado em 2012 na YS 250 Fazer. Produz 20,7 cavalos com gasolina e 20,9 cv com etanol. Como ocorre com 100% das motos flexíveis, ela não traz sistema auxiliar de partida a frio, nem com tanquinho nem sem ele. Por isso é preciso adicionar pelo menos dois litros de gasolina ao tanque de etanol nos dias mais frios.

Segundo a Yamaha, houve tratamento anticorrosivo para as válvulas, sedes de válvulas, cabeçote, bico injetor e foi aplicada uma nova bomba de combustível com filtro capaz de reter partículas menores. A proteção interna do tanque contra ferrugem não mudou e sua capacidade permanece em 16 litros.

Nova traseira tem lanterna horizontal com LEDs e iluminação de placa à parte, alças de alumínio para o garupa e bagageiro

Diferentemente do que ocorreu com a Fazer 250, em que as versões a gasolina e flex permaneceram juntas em linha desde 2012, a Ténéré 250 modelo 2016 só terá motor flex. Segundo o gerente de marketing, as duas opções para a Fazer faziam sentido pelo preço mais atraente da moto a gasolina e também pelas praças em que o preço alto do etanol não justificava a compra da moto flex.

A Ténéré tem freios a disco nas duas rodas e ainda não recebeu opção de ABS, situação que pode mudar até o fim do ano porque, a partir de 1º de janeiro de 2016, 10% das motos produzidas ou importadas terão de receber o sistema antitravamento (ABS) ou do tipo combinado (CBS), conforme a faixa de cilindrada (veja aqui). Por isso é provável que a Ténéré e outras Yamaha 250 recebam ao menos a opção de ABS, como ocorre com as Honda XRE 300 e CB 300R. “Teremos novidades mais para frente”, diz Tedesco sem revelar detalhes.