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Terça, 17, Chrysler e GM mostram propostas de recuperação

Em entrevista à Fox News, David Axelrod, conselheiro do presidente Barack Obama, advertiu que o governo norte-americano quer uma indústria automobilística próspera, mas as montadoras devem olhar para o futuro e preparar uma reestruturação efetiva para receber apoio financeiro. As negociações da GM com o sindicato dos trabalhadores, UAW, emperraram no final de semana, pouco antes da apresentação ao governo, na terça-feira, 17 do seu programa de recuperação.
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cria

16 fev 2009

1 minutos de leitura

General Motores e Chrysler apresentarão amanhã em Washington as linhas mestras dos programas que pretendem colocar em ação para sair da crise. Se as iniciativas não forem julgadas suficientes, perderão o direito à ajuda de US$ 17,4 bilhões que conquistaram no ano passado. O dinheiro terá que ser devolvido e levaria as duas empresas à insolvência. A GM ainda não recebeu US$ 4 bilhões desse total, mas já se sabe que precisará de outros recursos adicionais.

A formulação dos programas de recuperação das duas montadoras dependerá de concessões de todas as partes envolvidas, incluindo trabalhadores. Há dificuldades à vista também nos segmentos de fornecedores de autopeças e os distribuidores de veículos. O presidente Obama, sob a mira dos adversários, terá decisões difíceis a tomar para evitar um colapso de proporções gigantescas, com o fechamento de fábricas e milhares de postos de trabalho.

Os resultados de janeiro da indústria automobilística norte-americana indicam que a crise se aprofundou, levando o segmento a recordes negativos históricos.