Para o diretor executivo Raimundo Teixeira, a crise não afetou tanto a indústria de aluguel de carros quanto outros setores, o que possibilitou manter os investimentos. “Mantivemos as taxas de ocupação e melhoramos nossos preços. Os investimentos deram certo e em algumas ocasiões chegou a faltar carros para suprir a demanda”, explicou.
Um dos fatores que permitiram o setor avançar durante a crise foi a terceirização de frotas. “Muitos empreendimentos procuraram cortar gastos e encontraram uma saída alugando os veículos necessários” – disse Teixeira.
Segundo a Associação Brasileira de Locadoras de Automóveis, no meio deste ano a terceirização de frotas representou 55% do faturamento das locadoras de automóvel do Brasil.
Outros dados da ABLA mostram que as empresas que escolheram terceirizar economizaram 25% com relação aos custos com veículos próprios, o que impulsionou o setor de aluguel de carros.
O proprietário da franquia de Salvador, Reynaldo Petrone, afirma que o otimismo é grande na região. “Acreditamos que teremos uma temporada de verão muito boa, superior ao ano passado. Temos perspectiva de alugar 99% da nossa frota”, afirma.