
A Tesla realizou nova onda de demissões em departamentos importantes da empresa, inclusive nas áreas de software e engenharia.
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A informação foi revelada pelo site “Electrek” na última segunda-feira (6), com base em e-mails e depoimentos de fontes ligadas à empresa.
Montadora vai demitir mais de 6.700 pessoas
As demissões aconteceram após a fabricante ter acabado com a área de carregadores de carros elétricos. Recentemente, a Tesla anunciou que reduziria o número global de funcionários em mais de 10%. Procurada, a Tesla não se pronunciou.
Em abril, a montadora confirmou que demitiria mais de 6.700 funcionários em seus escritórios no Texas, Califórnia, Nevada e Nova York, todos nos Estados Unidos.
A empresa de Elon Musk enfrenta um momento delicado diante da queda nas vendas globais e da guerra de preços realizada entre as montadoras, que também sofrem com a concorrência das marcas chinesas.
Foco em outras áreas justificariam demissões
Analistas de mercado acreditam que a Tesla está concentrando seus esforços no desenvolvimento de softwares de condução autônoma, robotáxis e do robô humanóide Optimus. Com isso, as demissões seriam uma maneira de garantir caixa para tais projetos.
No mês passado, a Tesla disse que reservaria mais de US$ 350 milhões para pagar os custos das demissões em massa, que incluem cargos de alto escalão.
Quanto a futuros projetos, a marca disse trabalhar em “novos modelos” que usariam plataformas e linhas de produção atuais. Com essa decisão, a expectativa do mercado é que a Tesla possa controlar seus gastos de forma mais eficiente.
